sábado, 7 de novembro de 2015

...ASTROLOGIA...Etc Deuteronômio 18

...9- Quando tiveres entrado na terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não te porás a imitar as práticas abomináveis da gente daquela terra. 10- Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, 11- à magia, ao
espiritismo, à adivinhação ou evocação dos mortos, 12- porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. 
13- Serás inteiramente do Senhor, teu Deus. 14- As nações que vais despojar, ouvem os agoureiros e os adivinhos; a ti, porém, o Senhor, teu Deus, não o permite.
Foto de Maria Ivone Rossi Bassi.

AMOR DE DEUS

" Minha esperança é que a descrição
  do AMOR DE DEUS, na minha vida,
  vai lhe dar a
                  LIBERDADE e
             a CORAGEM 
       para descobrir...
  O AMOR 💓 DE DEUS na sua vida..."


Foto de Maria Ivone Rossi Bassi.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O REINO


Sou uma princesa
Tenho sangue Real
Vivo no meu castelo
Em tempo integral

Grandes perigos no reino
Dragões e salteadores
Inimigos disfarçados
Fingindo amigos de verdade
Meu Pai um grande Rei
Minha Mãe Rainha Coroada
Temos por guardiões
Legiões de guardas armados
Vivemos um tempo difícil
Batalha por todo lado
Não podemos esmorecer
Cabeça erguida é um dever
Meu traje é sempre belo
Nem todos conseguem vê-lo
Somente os olhos da alma
É capaz de percebe-lo
Neste reino do meu Pai
Somos todos irmãos
Filhos do mesmo Pai
Em Igual dignidade
O pecado nos faz esquecer
Esta grande e linda realidade
À todos filhos pródigos
O Pai os espera, apressai-vos
Abraços de reconciliação
Anel de realeza, banquete
Música, festa, alegria
O lugar à mesa é seu
Ninguém poderá ocupa-lo.
Venha,
você faz parte deste Reino
O Pai mandou convida-lo...
   (Maria Ivone).

CIDADÃO DO CÉU


O inferno tão temido. Nenhum dogma oferece tanta dificuldade ao homem de hoje como o da existência do inferno. Para os não-crentes é motivo de escândalo  e zombaria. Para os crentes, de ceticismo (dúvida) e repulsa.
Bertrand Russell, em seu livro "Porque não sou cristão", afirmava que uma religião  que fala de "pranto e ranger de dentes" é uma religião de crueldade. Outros sem chegar a tanto, se perguntam como um Deus de amor infinito pode condenar a sofrimentos sem fim suas criaturas. A pessoa não escolheu nascer, mas uma vez nascida, deve obrigatoriamente  começar a lutar pela vida. É justo correr o risco de perder-se para sempre por um momento de debilidade, vítima de uma lei imposta? Melhor é permanecer ateu, tentando viver o mais humanamente possível, sem dar-se por ciente de semelhante fé...
Desde Gênesis, Deus se manifesta como doador da Vida. Tudo que cria é bom, e cria particularmente o homem "muito bom" (Gn 1,31), à sua própria imagem e semelhança.
As palavras do Antigo Testamento valem mais ainda para o novo. Deus quer a salvação de todos os seres humanos  (1 Timóteo 2,4; 2 Pedro  3,9). Jesus anuncia a "boa nova" (Evangelho), desta salvação, incansavelmente (Marcos 1,15; Lucas 4,16-21; João 3,17 ).
Tanto  as bem-aventuranças (Mateus 5,1-12), quanto as parábolas  da misericórdia:
(Lucas15,1-31; Mateus20,1-16...) Nos revelam um Pai que BUSCA, CONVIDA, SE APROXIMA, ACEITA, PERDOA  E SE RECONCILIA com o pecador e o marginalizado.
No entanto existe a possibilidade da negação e da recusa. Jesus descreve com uma série de imagens as implicações vitais dessa recusa; perder a vida (Marcos 8,25); não ser conhecido (Mateus 7,23); ser deixado  fora (Lucas 13,27); ser excluído do banquete (Lucas 14,24)... A perda da comunhão com Deus fará o pecador vivenciar um grande remorso, ou seja, um "pranto e ranger de dentes"( Mateus 13,42).
Devemos devolver ao dogma do inferno sua seriedade. Para conseguir isto, é preciso que nos desembaracemos das descrições mórbidas das torturas que Deus parece comprazer-se em infligir ao condenado.
O Magistério da igreja afirmou claramente que o inferno não é uma criação divina e que de modo nenhum Deus destina alguém à condenação. A única "predestinação" do homem é o Reino do Céu, que já foi irrevogavelmente instaurado entre nós  por Jesus Cristo. Dito de modo mais claro, o Senhor nos tem preparada a mesa do banquete e não a caldeira do inferno.
O inferno é uma possibilidade real da própria liberdade humana. No final da vida humana termina o tempo de peregrinação e luta. Será manifestado, então, aquilo que fizemos de nós mesmos, por toda eternidade; nosso destino definitivo emergirá. Toca-se aqui a dimensão mais profunda do mistério da liberdade.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

FÉ, UM ATO DE CULTO A DEUS

O católico que baixa a cabeça quando alguém afirma:
" não interessa em que coisas você crê, o que interessa são as obras".
É culpado de um pecado contra a fé.
Na religião, tudo se baseia na fé. Sem ela, não há nada. Por isso devemos concentrar a atenção na virtude da fé. Sabemos que essa virtude é infundida na nossa alma, juntamente com a graça santificante, no dia do batismo, mas sabemos também que ficaria "adormecida" na nossa alma se não a vitalizássemos mediante atos de fé. Fazemos um ato de fé cada vez que assentimos conscientemente às verdades reveladas por deus; não precisamente por as compreendermos plenamente; não precisamente por nos terem sido demonstradas, e a prova de nos ter convencido cientificamente; mas sim, primordialmente porque Deus as revelou. Deus por ser infinitamente sábio, não pode enganar-se. Deus por ser infinitamente verdadeiro, não pode mentir. Em consequência, quando diz que uma coisa é assim e não de outra maneira, não se pode pedir certeza maior.
A palavra divina contém mais certeza que todos os tubos de ensaio e arrazoados lógicos do mundo.
É fácil ver a razão porque um ato de fé  é um ato de culto a Deus. Quando digo:
"meu Deus, creio nestas verdades porque vós a revelastes, e vós não podeis enganar-vos nem enganar-me", estamos honrando a sabedoria e a veracidade infinitas de Deus do modo mais prático possível, aceitando-as como base na sua palavra.
Este dever de dar culto a Deus pela fé impõe-nos umas obrigações concretas. Deus não faz as coisas sem motivo. É evidente que, se nos deu a conhecer certas verdades, é porque de algum modo elas nos seriam úteis para alcançarmos o nosso fim que é dar-lhe glória pelo conhecimento, pelo amor e pelo serviço.
Assim saber que verdades são essas converte-se numa responsabilidade para nós, segundo a nossa capacidade e oportunidades.
Nós que já possuímos a fé, não podemos estar tranquilos pensando que, por termos frequentado o catecismo, já sabemos tudo o que precisamos sobre religião. Uma mente adulta necessita de uma compreensão de adulto das verdades divinas. Ouvir com atenção sermões e práticas, ler livros e revistas de doutrina cristã, participar de cursos ou círculos  de estudo sobre temas de fé e de vida cristã  não  são simples questões de gosto, coisas que nos ocupamos se nos dá na veneta. Não são práticas "piedosas" para almas devotas. É um dever essencial procurarmos um adequado grau de conhecimento da nossa fé, e esse dever resulta do primeiro dos mandamentos. Não podemos fazer atos de fé sobre uma verdade ou verdades que nem sequer conhecemos. Muitas tentações sobre a fé, se as temos, desapareceriam se nos déssemos ao trabalho de estudar um pouco mais as verdades da nossa fé.



terça-feira, 3 de novembro de 2015

CORPO DA IGREJA DE CRISTO



A IGREJA DE CRISTO, tal como Ele "Deus" a criou, não é uma mera irmandade invisível, de homens unidos pelos laços da graça, mas uma sociedade visível de homens subordinada a uma cabeça investida em autoridade e governo.
E o que chamamos uma sociedade Hierárquica, com as sólidas e admiráveis proporções de uma pirâmide.
No cume o Papa, com suprema autoridade espiritual.
Imediatamente abaixo, firmando com o Papa o Colégio Episcopal, do qual o Sumo Pontífice é a cabeça, os outros bispos, cuja jurisdição, cada um na respectiva diocese, procede da sua união como sucessor de Pedro.
Mais abaixo, os sacerdotes que, como cooperadores dos bispos, em virtude do Sacramento da Ordem, são consagrados para pregar o Evangelho, apascentar os fiéis e celebrar o culto divino.
Finalmente, está a ampla base do povo de Deus, as almas de todos os batizados, para quem os outros existem.
ESTE É O CORPO DA IGREJA TAL COMO JESUS O CONSTITUIU NOS SEUS TRÊS ANOS DE VIDA PÚBLICA.

Maria Ivone 
Hierarquia da Igreja Católica
Papa
Cardeal
Arcebispo
Bispo
Padre
Diácono
Leigo

AUTORIDADE DA IGREJA

JESUS, ao formar o CORPO DA SUA IGREJA, teve a missão de prover uma AUTORIDADE para o seu REINO NA TERRA. 
Atribuiu esta tarefa ao APÓSTOLO SIMÃO, Filho de João, e ao fazê-lo, impôs-lhe um nome novo, PEDRO, que quer dizer pedra.

A promessa foi esta: 

BEM-AVENTURADO ÉS, SIMÃO, FILHO DE JONAS.... E EU TE DIGO QUE TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA ⛪
,E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA. EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS. 

( Mateus 16, 17-19 ).
E Jesus cumpriu esta promessa depois de ressuscitar, segundo lemos no capítulo 21, do Evangelho de São João.

Maria Ivone